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Notícia

Defesa Social cria comitê para monitoramento diário dos índices de criminalidade

Iniciativa do Governo de Minas, colegiado de repressão a crimes violentos integra forças de segurança pública e o Ministério Público

Segunda-feira | 14/05/2012 | 19:24·Atualizado em 29/06/2013 | 14:01
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Reunião para criação do Comitê foi realizada na sede do Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte
Reunião para criação do Comitê foi realizada na sede do Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte / Crédito: SEDS / Divulgação

A partir desta segunda-feira (14), o sistema de Defesa Social de Minas Gerais conta com mais um instrumento para monitoramento e combate à prática de crimes violentos. Por meio de uma resolução conjunta assinada pelo secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz, pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Márcio Martins Sant´anna, pelo chefe de gabinete da Polícia Civil, Jésus Trindade Barreto, e pelo procurador-geral de Justiça, Alceu José Torres Marques, foi criado o Comitê Interinstitucional de Monitoramento e Repressão de Crimes Violentos.

O objetivo é acompanhar diariamente os índices de criminalidade violenta e propor medidas para a contenção e a repressão das diversas modalidades criminosas em todas as 18 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) do Estado.

De acordo com o secretário Rômulo Ferraz, os membros do Comitê deverão identificar novas modalidades de crimes, como, por exemplo, explosões de caixas eletrônicos e assaltos a shoppings, além de acionar as lideranças das forças policiais de cada região para realização de diagnósticos da dinâmica criminal e elaboração de estratégias de enfrentamento. “Na prática, a comissão é a presença das chefias institucionais no combate à criminalidade, especialmente dos homicídios. Vamos cobrar melhoria desses índices e, também, sentir as demandas das regiões”, disse.

O processo já começou há cerca de 20 dias nas três Risps da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que correspondem por metade das ocorrências de crimes violentos de Minas Gerais e, de acordo com o secretário, já houve redução de 17% nos indicadores. A expansão para o restante do Estado começa em junho, com duas reuniões por mês com as lideranças das Regiões Integradas, iniciando por aquelas que apresentam os mais altos índices de criminalidade.