Biblioteca Pública recebe exposição “São três as margens que podemos divisar”
No dia 17 de agosto, às 8 horas, entra em cartaz, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, a exposição coletiva “São três as margens que podemos divisar”. A mostra, formada pelos trabalhos “A casa da infância”, de Myriam Vilas Boas, “Relicário”, de Ícaro Moreno, e “Eterno Adeus”, de Gui Machala, tem como mote a temporalidade das experiências e sua relação com a dimensão imagética.
Em “Casa da infância”, Myriam Vilas Boas trabalha com a memória, deslocando a relação do presente e do passado para o campo da representação através da fotografia. Já Ícaro Moreno, em “Relicário”, discute, a partir de uma experiência de perda, a não visibilidade da imagem fotográfica como veículo de significação. Por fim, Gui Machala trata da relatividade temporal, colocando em perspectiva instantes e esperas.
O resultado é um corpo de trabalho que combina as mais diversas mídias, tais como a fotografia (suporte fundamental para os três artistas), o vídeo, o texto, a música e mesmo objetos como uma câmera fotográfica.
A exposição vai até o dia 30 de agosto e a entrada é gratuita.
Serviço:
Exposição: São três as margens que podemos divisar - Gui Machala, Ícaro Moreno e Myriam Vilas Boas.
Local: Biblioteca Pública Luiz de Bessa.
End.: Praça da Liberdade, 21, Funcionários, BH-MG.
Data: De 17 a 30 de agosto de 2013.
Horário: De segunda à sexta-feira, de 8h às 20h; sábado, de 8h às 12h.
Serviço
Data: 30/08/2013