Logo Agência Minas
Logo da Agência Minas

Áudio

Cigarro tem poder de dependência maior que crack e heroína

Quinta-feira | 14/01/2010 | 14:23·Atualizado em 27/06/2013 | 21:16
Compartilhar no Facebook
Compartilhar no LinkedIn
Compartilhar no X
Compartilhar no WhatsApp

CABEÇA:

Noventa e seis por cento dos fumantes tem vontade de largar o cigarro. Os números são do Instituto Nacional de Câncer que apontam também para um importante dado: 18 milhões de pessoas são fumantes no Brasil, 500 mil a menos do que o número de ex-fumantes. Campanhas de conscientização e leis antifumo que inibem o cigarro em lugares fechados, como a de Minas que entra em vigor em abril, tem papel importante na luta contra o tabagismo. O médico Rogério Salgado que é especialista na área de dependência química acredita que a tendência é a restrição maior ao fumante no país:

SONORA:

Rogério Salgado

C: “O Brasil...”

T: “... o não fumante.”

OFF:

Rogério Salgado explica que o fumante encontra dificuldade em largar o cigarro pelo alto grau de dependência que chega a ser maior do que o usuário de crack.

SONORA:

Rogério Salgado

C: “A nicotina...”

T: “... drogas mais pesadas.” 

OFF:

A Lei antifumo em Minas proíbe o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de produto similares em lugares coletivos que sejam fechados. A ideia é proteger a pessoa que não é fumante daquela fumaça que pode trazer muitas doenças. Rogério Salgado destaca que o fumante passivo corre o risco de adquirir todas as doenças que são associadas ao fumante. 

SONORA:

Rogério Salgado

C: “Basicamente o fumante...”

T: “... passivo também.”

NOTA PÉ:

De acordo com a Organização Mundial de Saúde o tabagismo é maior epidemia hoje no mundo responsável por 10 por cento de todas as mortes ocorridas em todos continentes. 

ASSINATURA:

Agência Minas/repórter Fabiano Frade 

TEMPO: 2’46’’