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Peças produzidas por detentos ganham passarela internacional

Segunda-feira | 14/12/2009 | 18:03·Atualizado em 27/06/2013 | 03:02
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CABEÇA:
Uma parceria entre a iniciativa privada e Administração Prisional de Minas Gerais possibilita que presos da Penitenciária Professor Ariosvaldo de Campos Pires de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, tenham acesso a um novo trabalho. São homens aprendendo uma profissão e conquistando um espaço antes ocupado só por mulheres.  Por meio do tricô e do crochê os 18 presos produzem peças finas e são remunerados pelo serviço e ainda recebem remissão de três dias de pena.  A empresária Raquell Guimarães explica que ensinar a prática é uma novidade, a surpresa foi o desempenho dos presos:

SONORA:
Raquell Guimarães

C: “No momento...”
T: “... qualquer.”

OFF:

O Superintendente Estadual de Atendimento ao preso, da Secretaria de Defesa Social, Guilherme de Faria destaca que esta é a primeira parceria com projeção internacional. Os trabalhos dos presos serão expostos na Fashion Rio.

SONORA:
Guilherme de Faria

C: “Uma parceria...”
T: “... Minas Gerais.”

OFF:

Rodrigo Athouguia  se dedica e conta que rapidamente aprendeu o trabalho com o tricô. 

SONORA:
Rodrigo Athouguia 

C: “A princípio...”
T: “... peça inteira.”

NOTA PÉ:

Com este projeto em Juiz de Fora, o Estado contabiliza 218 parcerias com a iniciativa privada. São quase 5000 presos trabalhando dentro ou fora das unidades prisionais.

ASSINATURA:
Agência Minas/repórter Fabiano Frade

TEMPO: 2’46’’