Peças produzidas por detentos ganham passarela internacional
CABEÇA:
Uma parceria entre a iniciativa privada e Administração Prisional de Minas Gerais possibilita que presos da Penitenciária Professor Ariosvaldo de Campos Pires de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, tenham acesso a um novo trabalho. São homens aprendendo uma profissão e conquistando um espaço antes ocupado só por mulheres. Por meio do tricô e do crochê os 18 presos produzem peças finas e são remunerados pelo serviço e ainda recebem remissão de três dias de pena. A empresária Raquell Guimarães explica que ensinar a prática é uma novidade, a surpresa foi o desempenho dos presos:
SONORA:
Raquell Guimarães
C: “No momento...”
T: “... qualquer.”
OFF:
O Superintendente Estadual de Atendimento ao preso, da Secretaria de Defesa Social, Guilherme de Faria destaca que esta é a primeira parceria com projeção internacional. Os trabalhos dos presos serão expostos na Fashion Rio.
SONORA:
Guilherme de Faria
C: “Uma parceria...”
T: “... Minas Gerais.”
OFF:
Rodrigo Athouguia se dedica e conta que rapidamente aprendeu o trabalho com o tricô.
SONORA:
Rodrigo Athouguia
C: “A princípio...”
T: “... peça inteira.”
NOTA PÉ:
Com este projeto em Juiz de Fora, o Estado contabiliza 218 parcerias com a iniciativa privada. São quase 5000 presos trabalhando dentro ou fora das unidades prisionais.
ASSINATURA:
Agência Minas/repórter Fabiano Frade
TEMPO: 2’46’’