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ESP-MG debate a implantação do PDAPS na região Leste

Quinta-feira | 19/03/2009 | 17:26·Atualizado em 03/06/2013 | 01:30
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BELO HORIZONTE (19/03/09) - Reunião sobre o Plano Diretor de Atenção Primária à Saúde (PDAPS) foi realizada nesta quinta-feira (19) na Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP/MG) com objetivo de discutir a implantação da Atenção Primária na macrorregião Leste. Participaram profissionais da Escola e cooordenadores de Atenção Primária da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e das Gerências Regionais de Saúde (GRS's).

A diretora-geral da ESP-MG, Tammy Claret Monteiro, ressaltou o desafio e a responsabilidade da escola no planejamento do PDAPS na macroleste.”Esse momento é de consolidação e reafirmação da parceria entre a ESP-MG e a SES-MG. O PDAPS é uma ferramenta estratégica, de que nos apropriamos, para o serviço”, disse.

A gerente de Atenção Primária à Saúde da SES-MG, Elice Eliane Nobre Ribeiro, destacou a parceria com a ESP-MG. “No processo de implantação do PDAPS, o envolvimento de parceiros como a ESP-MG, GRS's e municípios valoriza as experiências e aumenta as possibilidades de sucesso”. Segundo a gerente, o Plano Diretor foi pensado de forma apropriada. “Criaram ferramenta de capacitação que possibilita aos municípios organizarem e reforçarem a Atenção Primária, além de melhorar os indicadores e a qualidade da assistência”.

Para a coordenadora de Atenção Básica e de Atenção à Saúde da Gerência Regional de Saúde de Governador Valadares (GRS-GV), Flávia Augusta Vianna, o plano aproxima os gestores da realidade local. “A GRS tem o papel de ser parceira na viabilização do processo. As oficinas capacitam os profissionais de saúde na elaboração do plano e, por conseqüência, melhoram a qualidade da Atenção Primária”.

Plano Diretor de Atenção Primária à Saúde

Por meio de dez oficinas, o Plano Diretor de Atenção Primária à Saúde tem o objetivo de agregar qualidade às ações de saúde que beneficiam a população. Essas oficinas são capacitações dos profissionais das equipes de saúde, com a implantação de linhas-guias de atenção à saúde e de instrumentos de diagnóstico da situação de saúde, programação e monitoramento de ações, além de outros instrumentos de gestão.