Artigo na revista Trip exalta transparência na gestão pública promovida pelo DataViva
Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, autor frisa que a plataforma eletrônica do Governo de Minas torna as informações mais acessíveis
Artigo publicado na última edição da revista Trip, de 13 de dezembro, destaca as funções do DataViva, plataforma inteligente lançada pelo Governo de Minas em parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), que permite visualizar e cruzar milhares de dados públicos relativos à economia brasileira e mineira. O autor do texto, o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, cita a iniciativa mineira como exemplo a ser seguido na promoção de mais transparência na gestão pública.
“Transparência no mundo de hoje exige exatamente isto: permitir que dados públicos sejam não apenas lidos, mas também analisados e processados por qualquer pessoa”, acredita Ronaldo Lemos. “Os dados precisam ser organizados, indexados e facilmente processáveis por meio de computadores”, completa.
Ronaldo Lemos ressalta que os dados públicos já estão disponíveis, porém estão dispersos e são de difícil acesso e entendimento, especialmente para o cidadão comum. Em contrapartida, com o DataViva, as informações são organizadas por meio de gráficos interativos com várias possibilidades de busca. “Basta bater o olho para entender o panorama geral de temas amplos, como volume de exportações”, exemplifica.
“Graças ao bom design, esse tipo de informação pode ser facilmente acessada. Com bons modelos de visualização passa a ser fácil compreender um conjunto enorme de informações”, acrescente o autor, que também enaltece a relevância da ferramenta para entender e planejar o desenvolvimento do país.
Ainda segundo Ronaldo Lemos, a plataforma dá mais autonomia para o cidadão comum que, com mais recursos à sua mão, torna-se menos dependente dos especialistas. “Como várias análises podem agora ser feitas por qualquer pessoa, a competitividade no tratamento dos dados aumenta e passa a exigir interpretações cada vez mais sofisticadas para agregar valor a eles”, afirma o artigo.
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