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Artigo na revista Trip exalta transparência na gestão pública promovida pelo DataViva

Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, autor frisa que a plataforma eletrônica do Governo de Minas torna as informações mais acessíveis

Quarta-feira | 18/12/2013 | 11:32·Atualizado em 18/12/2013 | 11:35
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Artigo publicado na última edição da revista Trip, de 13 de dezembro, destaca as funções do DataViva, plataforma inteligente lançada pelo Governo de Minas em parceria com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), que permite visualizar e cruzar milhares de dados públicos relativos à economia brasileira e mineira. O autor do texto, o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, cita a iniciativa mineira como exemplo a ser seguido na promoção de mais transparência na gestão pública.

“Transparência no mundo de hoje exige exatamente isto: permitir que dados públicos sejam não apenas lidos, mas também analisados e processados por qualquer pessoa”, acredita Ronaldo Lemos. “Os dados precisam ser organizados, indexados e facilmente processáveis por meio de computadores”, completa.

Ronaldo Lemos ressalta que os dados públicos já estão disponíveis, porém estão dispersos e são de difícil acesso e entendimento, especialmente para o cidadão comum. Em contrapartida, com o DataViva, as informações são organizadas por meio de gráficos interativos com várias possibilidades de busca. “Basta bater o olho para entender o panorama geral de temas amplos, como volume de exportações”, exemplifica.

“Graças ao bom design, esse tipo de informação pode ser facilmente acessada. Com bons modelos de visualização passa a ser fácil compreender um conjunto enorme de informações”, acrescente o autor, que também enaltece a relevância da ferramenta para entender e planejar o desenvolvimento do país.

Ainda segundo Ronaldo Lemos, a plataforma dá mais autonomia para o cidadão comum que, com mais recursos à sua mão, torna-se menos dependente dos especialistas. “Como várias análises podem agora ser feitas por qualquer pessoa, a competitividade no tratamento dos dados aumenta e passa a exigir interpretações cada vez mais sofisticadas para agregar valor a eles”, afirma o artigo.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.