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Auditoria-Geral de Minas Gerais é modelo para outros estados

Um representante da Unidade Anticorrupção do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime vem a BH conhecer ações e projetos da Auditoria-Geral de Minas. A visita é resultado da indicação da Controladoria-Geral da União, que apontou Minas como modelo de controle interno dos estados

Quinta-feira | 12/07/2007 | 20:11·Atualizado em 03/06/2013 | 03:00
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BELO HORIZONTE (12/07/07) – Um representante da Unidade Anticorrupção do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), sediado em Viena, vem a Belo Horizonte para conhecer a estrutura, as ações e os projetos da Auditoria-Geral de Minas Gerais. A visita é resultado da indicação da Controladoria-Geral da União, que apontou a Auditoria-Geral do Estado de Minas Gerais como modelo de controle interno dos estados.

O anúncio foi feito durante o VII Encontro Nacional do Fórum de Controle Interno (FNCI), realizado em Brasília, entre os dias 5 e 6 de julho passado. Durante o evento, tomou posse como presidente do Fórum Nacional, que congrega os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, a auditora-geral do Estado de Minas Gerais, Maria Celeste Morais Guimarães, eleita, por unanimidade, no último encontro, realizado em novembro de 2006, em Cuiabá-MT.

Também tomaram posse, no Fórum Nacional de Controle Interno, o vice-presidente, o auditor-geral do Estado do Mato Grosso, Sírio Pinheiro da Silva, e o secretário-executivo, o auditor-geral-adjunto do Estado de Minas Gerais, Henrique Hermes Gomes de Morais.

Durante o encontro, a presidente do FNCI, Maria Celeste Morais Guimarães, falou sobre a “Avaliação de Programas Governamentais”, no Estado de Minas Gerais, destacando os trabalhos de auditoria de gestão como efetiva ferramenta na transparência das ações governamentais.

Também durante o encontro, foi deliberada a transformação do Fórum em Conselho Nacional dos Órgãos de Controle Interno (CNCI). A importância de se transformar o Fórum em Conselho Nacional reside na necessidade de se institucionalizar a parceria entre os estados brasileiros e o Distrito Federal, fortalecendo os laços de união e a integração, por meio de convênios de cooperação técnica com outros agentes de controle ou órgãos governamentais do país, como o TCU, a CGU e os tribunais de contas estaduais.