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Casa de Direitos Humanos no centro de BH deve ficar pronta no final de março

Quinta-feira | 17/11/2011 | 17:02·Atualizado em 28/06/2013 | 17:16
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BELO HORIZONTE (17/11/11) - As obras de reforma do histórico edifício Lutétia, no centro de Belo Horizonte, onde vai funcionar a Casa de Direitos Humanos, devem terminar no dia 31 de março de 2012. A informação foi divulgada pelo diretor geral do Departamento Estadual de Obras Públicas (Deop), Gerson Carvalho, durante visita técnica realizada nessa quarta-feira (16). O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Wander Borges, e a subsecretária de Direitos Humanos, Carmen Rocha, acompanharam a visita.

A Casa de Direitos Humanos vai abrigar, em um único endereço, todos os serviços do Estado relacionados à proteção e à garantia dos Direitos Humanos vinculados à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese). Assim, os conselhos da Criança e do Adolescente, da Assistência Social, do Idoso, de Promoção da Igualdade Racial, da Pessoa com Deficiência, de Direitos Difusos, de Direitos Humanos e da Mulher estarão lado a lado. Além deles, o Escritório de Direitos Humanos (EDH) e o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Crimes Violentos (NAVCV) também vão passar a atender no prédio. 

A localização estratégica vai facilitar e agilizar o acesso do cidadão aos serviços públicos. “Será um lugar símbolo na questão da defesa dos Direitos Humanos. Um local de fácil acesso, no coração de Belo Horizonte e que será uma referência em Minas Gerais. Estamos aguardando com ansiedade a entrega das obras. No novo cronograma, segundo o Deop, a previsão é para o final de março”, disse Wander Borges. O secretário ressaltou ainda a complexidade da reforma, por se tratar de um prédio tombado pelo patrimônio.

Perfumaria Lourdes

Construído em 1939, para fins comerciais e residenciais, o edifício Lutétia fica no centro da capital, na esquina da rua São Paulo com avenida Amazonas. A Perfumaria Lourdes se instalou ali em 1945, tornando-se o símbolo do prédio. Em 1973, o Instituto Previdência dos Servidores de Minas Gerais (Ipsemg) adquiriu o imóvel para abrigar os diversos serviços voltados para os funcionários públicos do Estado. Em 1997, foram iniciados os procedimentos legais para a restauração do local e também foi autorizado o fechamento das galerias comerciais. Neste ano, o edifício passa à responsabilidade da Minas Gerais Administração e Serviços (MGS), empresa pública que faz parte da administração indireta do Estado.