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Copasa libera resultados das análises de água do Rio Doce

A Copasa concluiu e liberou nesta segunda-feira (15) o resultado das análises de cromatografia que ficaram pendentes nas amostras de água coletadas no Rio Doce, em 5 de outubro passado. O percentual encontrado da substância foi mínimo e não acarreta maiores riscos á saúde.

Segunda-feira | 15/10/2007 | 16:14·Atualizado em 24/05/2013 | 13:20
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BELO HORIZONTE (15/10/07) - A Copasa concluiu e liberou nesta segunda-feira (15) o resultado das análises de cromatografia que ficaram pendentes nas amostras de água coletadas no Rio Doce, em 5 de outubro passado, nos trechos compreendidos entre Naque, Governador Valadares, Galiléia, Resplendor e Aimorés. O laudo aponta uma pequena concentração de 0,02 microgramas por litro de saxitoxinas – um outro grupo cianotoxina liberada pela cianobactéria. Isso, ainda na água bruta (água do rio, sem tratamento).

Os técnicos da Copasa envolvidos no processo avaliam que esse percentual é mínimo e não acarreta maiores riscos á saúde. Em grandes concentrações, as saxitoxinas podem afetar o sistema nervoso. O Ministério da Saúde, através da Portaria 518, considera aceitável, na água tratada, uma concentração de até 3,0 microgramas por litro.

Este resultado foi obtido em análises feitas na alga denominada Cylindrospermopsis raciborskii, encontrada a partir da cidade de Resplendor.

É importante ressaltar que a contagem de células de cianobactérias realizada na amostra coletada na semana passada (em 10/10) foi dez vezes menor do que o registrado nas amostras do dia 29/09.

A Copasa reafirma que nas localidades onde é responsável pelos serviços de abastecimento de água, não há riscos com relação à água produzida e distribuída à população.