Cultura indígena é tema do Suplemento Literário de Minas Gerais
O Suplemento Literário de Minas Gerais lança mais uma edição na quinta-feira (17), a partir das 18h, no Museu Mineiro (av. João Pinheiro, 342, bairro Funcionários, Belo Horizonte), quando será também inaugurado o novo espaço do SLMG. Durante o lançamento do número 1.283, do mês de outubro, haverá um concerto com o grupo Música Figurata Minas Gerais.
BELO HORIZONTE (14/11/05) – O Suplemento Literário de Minas Gerais lança mais uma edição na quinta-feira (17), a partir das 18h, no Museu Mineiro (av. João Pinheiro, 342, bairro Funcionários, Belo Horizonte), quando será também inaugurado o novo espaço do SLMG. Durante o lançamento do número 1.283, do mês de outubro, haverá um concerto com o grupo Música Figurata Minas Gerais.
Nesta edição, o Suplemento optou por uma viagem a outro mundo: o indígena. Quem nos leva a essa viagem são os pesquisadores de diversas áreas – literatura, educação, antropologia, artes plásticas – que, apesar dos olhares divergentes, empenharam-se em observar, escutar, compreender, descrever o anseio desses povos para ajudá-los a escrever sua própria história.
Ao longo do jornal, o leitor encontrará diversos desenhos executados pelos índios durante uma oficina promovida para professores indígenas de Minas Gerais, sob orientação de Francisco Magalhães e Isaura Pena. Francisco Magalhães publica, neste número, o artigo “Memória e paisagem”, em que ele discorre sobre o olhar que o artista imprime sobre a paisagem.
O leitor também poderá conhecer melhor esse universo e suas histórias através dos contos Maxakali, publicados em sua língua original e traduzidos. Maria Inês de Almeida e Betty Mindlin publicam o ensaio “Uma poética da tradução”, que busca “uma melhor compreensão do fenômeno literário da produção de livros indígenas”.
O jornalista Luis Giffoni nos conta “Mitos, rituais, lendas e mentiras: o real e o imaginário num arquipélago do pacífico”, Manatu Bakara, “o lugar mais exótico que conheço”. Verônica Mendes Pereira, professora de educação escolar indígena, traz “Uma promessa anual de renovação”, um relato sobre a aldeia Caatinguinha. E, por fim, o poeta e designer gráfico, André Vallias, publica seu poema “Apropriação Indébita - Canção do Exílio”.
O lançamento é aberto ao público. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3213-1073, ou pelo e-mail editorialsl@cultura.mg.gov.br.
Agência Minas
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