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Notícia

DER recomeça obras na MG-020 entre BH e Santa Luzia

O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG) retomou as obras de duplicação na MG-020, no trecho Belo Horizonte - Santa Luzia. Serão destinados R$ 21,1 milhões, recursos do Tesouro do Estado, para a duplicação do trecho de 5,6 quilômetros de extensão.

Sexta-feira | 22/05/2009 | 12:00·Atualizado em 25/05/2013 | 17:31
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BELO HORIZONTE (22/05/09) - Solucionada a pendência judicial que interrompeu os trabalhos em outubro de 2007, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG) retomou, nesta semana, as obras de duplicação na MG-020, no trecho Belo Horizonte - Santa Luzia. Serão destinados R$ 21,1 milhões, recursos do Tesouro do Estado, para a duplicação do trecho de 5,6 quilômetros, que está sendo executada pela Construtora Brasil S/A, com prazo estimado de 120 dias para a conclusão.

A rodovia liga a capital mineira ao município de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), pela via 240, no bairro Aarão Reis (região Nordeste). “A rodovia é importante para o desenvolvimento do vetor Norte da capital mineira, tendo em vista a instalação do Centro Administrativo e a Linha Verde, além de propiciar novos investimentos para Santa Luzia”, destacou o coordenador das obras, Cláudio Lima.

O trecho a ser duplicado é conhecido como Avenida das Indústrias e tem início na Via 240, no bairro Aarão Reis, até a divisa com o município de Santa Luzia, onde a rodovia já está duplicada. A MG-020 tem 60 quilômetros e se estende até Jaboticatubas.

A duplicação da MG-020 vai melhorar também o acesso aos cinco distritos industriais de Santa Luzia, o que ajudará a aumentar o interesse de empresas em se instalarem na região, gerando emprego e renda, além de melhorar a qualidade de vida da população, estimada em 225 mil habitantes.

Outro setor que poderá ser beneficiado é o de serviços, especialmente o turismo. A cidade conta com importante acervo histórico, artístico, cultural e religioso, sendo muito procurada por turistas.

A obra foi paralisada em outubro de 2007, devido a indenizações para remoção e reassentamento de domicílios construídos às margens da rodovia. Para que as obras fossem reiniciadas, o DER, por meio de ação judicial, solicitou direito de posse dos terrenos.