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Notícia

Estado libera R$ 6,2 milhões para equipes de atendimento de urgência

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Saúde, autorizou a liberação de R$ 6,2 milhões do Tesouro Estadual para equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) de Barbacena, BH, Betim, Contagem, Governador Valadares, Ipatinga, Itabira, Juiz de Fora, Patos de Minas e Sete Lagoas.

Segunda-feira | 06/02/2006 | 19:14·Atualizado em 13/05/2013 | 23:29
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BELO HORIZONTE (06/02/06) – O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), autorizou hoje a liberação de R$ 6,2 milhões do Tesouro Estadual para urgência e emergência. Esse recurso destina-se às equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) de Barbacena, Belo Horizonte, Betim, Contagem, Governador Valadares, Ipatinga, Itabira, Juiz de Fora, Patos de Minas e Sete Lagoas. Os recursos correspondem ao custeio operacional, que inclui manutenção dos veículos, aquisição de material para consumo médico e honorário das equipes profissionais.

Lançado em 2003, o Samu é um programa do governo federal, com a participação dos estados e municípios, para melhoria do socorro às urgências e emergências médicas. Sua manutenção conta, no caso de Minas Gerais, com 50% de recursos da União, 25% do Estado e 25% dos municípios.

O investimento em veículos e equipamentos é feito apenas pelo governo federal, enquanto que a manutenção das equipes médicas, compra de combustíveis, reposição de peças e de material para consumo médico tem o compartilhamento referido. O programa é voltado para municípios ou sede de microrregiões com mais de 150 mil habitantes.

As frotas do Samu são operadas por equipes especializadas e utilizam dois padrões de veículos: - unidades (ambulâncias) de Suporte Básico à Vida (USB), para casos de urgências menos complexas, e unidades de Suporte Avançado à Vida (USA), destinada ao socorro de casos mais graves. As duas categorias estão equipadas para atender ao nível de gravidade que é reconhecido pela Equipe de Médicos Reguladores, logo que se faz a chamada pelo telefone 192, padrão em todo o país. Portanto, a Central de Regulação Médica constitui o terceiro elemento essencial à operação dos Samu. A gravidade do paciente atendido vai sendo monitorada até a chegada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou a um Hospital Intermediário de Suporte e, finalmente, a um Hospital de Referência, se necessário, para cada caso.

Este conjunto de recursos humanos, equipamentos, veículos e de infra-estrutura médica especializadas é que constitui a “cadeia de manutenção da vida”, quando ela está exposta a risco iminente ou danos graves. A constituição progressiva destas “redes de suporte à vida”, a partir do esforço de regionalização de recursos para saúde, integra o objetivo dos governos federal e estadual em dotar o país da Atenção Integral à Urgência e Emergência e de acesso universal a todos os cidadãos.

Agência Minas

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