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Fhemig participa de rede de combate à violência

Fhemig participa de rede de combate à violência

Quinta-feira | 04/12/2003 | 00:00·Atualizado em 28/06/2013 | 06:34
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A Rede de Atenção à Violência, da qual a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) faz parte, está lançando um catálogo com a relação de várias instituições públicas e organizações não-governamentais (Ongs) aptas a atender vítimas do problema.

O Catálogo de Referência da Rede de Atenção à Violência inclui sete hospitais - sendo seis da Fhemig -, os Conselhos Tutelares de Belo Horizonte, Juizado da Infância e Juventude, Delegacia de Mulheres e do idoso, do Trabalho, abrigos, albergues, espaços de atendimento à população negra, entre outros.

Segundo o representante da Fhemig na Rede de Atenção, o médico Luiz Antônio Paulino, este catálogo é uma referência para o atendimento à vítima de violência, e será distribuído em todas as instituições que estão envolvidas com essa questão. Ele conta que este trabalho começou em 2001, quando um grupo de entidades governamentais e diversas Ongs se aglutinaram por iniciativa do Núcleo de Atendimento à Vítimas de Crimes Violentos (NAVCV). A partir daí surgiu esta rede, cujo objetivo é facilitar a aproximação, a troca de conhecimentos e experiências para uma maior agilidade no atendimento às pessoas que foram vítimas da violência.

De acordo Paulino, a Fhemig participa desta rede desde a sua criação, através do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (atendimento de urgência e emergência ao grande trauma e queimados), Instituto Raul Soares, Centro Mineiro de Toxicomania e Centro Psicopedagógico (todos da área de psiquiatria), e Centro Geral de Pediatria (para crianças de zero a 12 anos). O médico explica que este trabalho também visa o fortalecimento das parcerias e troca de informações entre os membros da Rede de Atenção para que o atendimento seja feito conforme a natureza dos casos registrados.

Também é objetivo da rede refletir sobre o fenômeno da violência, identificar suas causas e quantificar suas ocorrências. “Através do levantamento dos dados será possível identificar se há ou não crescimento desses casos, e definir medidas de combate, além de adequar as instituições conforme a natureza do atendimento”, finalizou Luiz Paulino.