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Notícia

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais libera pagamento de bolsas

A Fapemig iniciou, no dia 3 de março, o repasse de R$ 19 milhões às fundações gestoras das universidades e centros de pesquisa de Minas Gerais. Os valores são referentes às bolsas de pesquisa até junho de 2011. Com essa liberação, a fundação acerta valores de bolsas que estavam sem repasse devido ao término do ano fiscal e aguardavam liberação do orçamento 2011.

Quinta-feira | 10/03/2011 | 20:08·Atualizado em 27/05/2013 | 23:00
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BELO HORIZONTE (10/03/11) - A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) iniciou, no dia 3 de março, o repasse de R$ 19 milhões às fundações gestoras das universidades e centros de pesquisa de Minas Gerais. Os valores são referentes às bolsas de pesquisa até junho de 2011.

Com essa liberação, a Fapemig acerta valores de bolsas, concedidas entre dezembro e fevereiro, que estavam sem repasse devido ao encerramento do ano fiscal e aguardavam a liberação do orçamento de 2011.

Já de posse dos recursos, cada gestora é responsável por efetuar, mensalmente, o repasse aos seus bolsistas. A iniciativa faz parte de uma política da fundação que tem o objetivo de evitar atrasos no pagamento dos bolsistas e garantir o prosseguimento ininterrupto dos programas que já estão em andamento.

Histórico

A formação de pesquisadores é uma das prioridades da Fapemig. Para isso, a fundação mantém um programa que concede, em média, 6 mil bolsas por ano, contemplando desde a iniciação científica júnior até o pós-doutorado. Desde 2004, algumas mudanças foram implementadas com o objetivo de tornar o processo de repasse de recursos mais objetivo e ágil para todas as partes envolvidas.

Naquele ano, a Fapemig concedia em torno de 700 bolsas. Foi então que o Conselho Curador da fundação tomou duas decisões que fortaleceram esse tipo de apoio: equiparar os valores das bolsas aos valores oferecidos por agências federais e reconhecer a bolsa como um dos pilares para a formação de pesquisadores. Hoje, o número de bolsas oferecidas pela Fapemig chega a 6 mil e os valores adotados são equivalentes aos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No caso de reajuste das bolsas das agências federais, os valores da Fapemig são automaticamente reajustados.

Outra mudança que surgiu na Fapemig em 2004 foi o estabelecimento de cotas institucionais, eliminando a bolsa balcão (solicitada pelo próprio pesquisador). Atualmente, a bolsa balcão existe apenas para as modalidades de pós-doutorado e pesquisador visitante na fundação. Para as demais (iniciação científica Jr., iniciação científica na graduação, mestrado e doutorado), o benefício é repassado na forma de cotas institucionais. Outra possibilidade é a solicitação de bolsas vinculadas a projetos financiados pela instituição, no limite de até duas por projeto (ou mais, no caso de editais específicos).