Mão-de-obra qualificada de detentas mineiras é absorvida pela indústria da construção civil
Entre teoria e prática, as presas tiveram quatro horas diárias de aula durante 20 dias úteis, informa o jornal O Tempo
Segunda-feira | 18/03/2013 | 16:37·Atualizado em 25/06/2013 | 22:52
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A primeira turma de pedreiras (iniciação profissional de alvenaria) do Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto (Piep), em Belo Horizonte, concluiu o curso e a formatura está prevista para abril deste ano, noticia O Tempo.
Desde 2009, cerca de 2.500 detentos em Minas Gerais foram qualificados em parceria com a indústria. Destes, 70% conseguiram acessar o mercado de trabalho.
A reportagem ainda destaca a lei estadual 18.401, que criou o projeto Regresso, como um fator de incentivo. Segundo a lei, a empresa receberá subvenção econômica de dois salários mínimos durante 24 meses para cada egresso contratado.
Clique aqui para ler a reportagem na íntegra.
