Minas Gerais investe em penitenciárias vigiadas pelos próprios detentos
Segundo a Secretaria de Defesa Social, Estado já repassou R$ 20 milhões para financiar a iniciativa, diz o Valor Econômico
Segunda-feira | 09/12/2013 | 12:39·Atualizado em 09/12/2013 | 12:59
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Em Minas Gerais, 35 presídios adotam uma nova metodologia para lidar e ressocializar os detentos, destaca o Valor Econômico. As penitenciárias não possuem vigilantes armados e os próprios presos ficam com as chaves das celas. "É exatamente este tipo de prisão que se multiplica em Minas Gerais", frisa a reportagem.
O sistema é aplicado pela Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), entidade privada sem fins lucrativos com raízes num grupo católico. "O modelo, que tem apoio do governo Antonio Anastasia e de empresas, é defendido como uma forma de mais humana e eficiente de recuperar os criminosos", diz o texto.
Leia abaixo a reportagem na íntegra.



