Minas Gerais sedia oficina de trabalho para discutir aperfeiçoamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Leite
Evento tem como objetivo a troca de experiências e a construção de estratégias para o aperfeiçoamento da gestão do programa nos estados
Gestores de dez estados brasileiros discutem, em Belo Horizonte, a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), modalidade Incentivo à Produção e ao Consumo de Leite, conhecido em Minas Gerais como “Leite pela Vida”. A Oficina de Trabalho é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor), e o seu braço executor, o Idene. O evento tem como objetivo a troca de experiências e a construção de estratégias para o aperfeiçoamento da gestão do programa nos estados.
O encontro, que segue até a sexta-feira (19/2), foi aberto nesta quarta-feira (17/2), na Cidade Administrativa, com a presença do diretor do Departamento de Apoio à Aquisição e à Comercialização da Produção Familiar do MDS, André Grossi Machado; do secretário de Estado da Sedinor, Paulo Guedes; do diretor-geral do Idene, Ricardo Campos, de gestores nacionais e estaduais, além dos diretores regionais e técnicos do Idene. A programação prevê debate sobre operacionalização da modalidade, bem como avaliações dos convênios vigentes.
Na ocasião, o secretário Paulo Guedes destacou a importância social do programa para a área de abrangência do sistema Sedinor/Idene. “O Leite pela Vida, aliado a outros programas do governo, tem contribuído – e muito – para os índices sociais em Minas Gerais. E esta oficina é uma oportunidade de aperfeiçoamento da execução dessa ação que é muito importante. A gestão precisa acontecer de forma mais simples e rápida para atingir o objetivo principal que é atender as pessoas que necessitam”, ressaltou o secretário.
Na sequência, o diretor André Grossi ressaltou a necessidade de reformulação em alguns aspectos do programa que já é executado no país há cerca de 15 anos, buscando uma gestão mais eficiente. “Existe um histórico, sabemos o que precisa ser reformulado, e precisamos fazer isso com bastante diálogo: requalificar a operacionalização, o sistema, a prestação de contas, o atendimento. É preciso pensar como adaptar o programa de acordo com os desafios do dia a dia, aperfeiçoando-o como política pública”, disse.
Em Minas Gerais, o programa PAA Leite - Leite pela Vida contribui para o abastecimento alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade social, por meio da distribuição gratuita de leite, além de incentivar a produção de leite dos agricultores familiares para fortalecer o setor produtivo local e a agricultura familiar, e integrar o leite aos demais ciclos de abastecimento do programa.