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Notícia

Poços de Caldas sedia II Congresso dos Delegados de Polícia

Cerca de 200 profissionais de 18 estados brasileiros, incluindo integrantes da Polícia Federal, estão inscritos para o evento

Quarta-feira | 07/08/2013 | 15:36·Atualizado em 08/08/2013 | 13:42
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Os desafios da segurança pública no Brasil, tendo como base a atuação da Polícia Judiciária, é o foco do II Congresso de Delegados de Polícia, que acontece em Poços de Caldas, entre os dias 7 e 10 de agosto. Cerca de 200 profissionais de 18 estados brasileiros, incluindo integrantes da Polícia Federal, estão inscritos para o evento, que será aberto nesta quarta-feira (7), às 20h, no Palace Hotel, pelo vice-governador Alberto Pinto Coelho, pelo chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Cylton Brandão da Matta; e pelo secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Ferraz.

Promovido pela Associação dos Delegados da Polícia Civil de Minas Gerais (Adepolc) e pelo Sindicato dos Delegados de Polícia de Minas Gerais, o encontro tem como tema a “Instrumentalização, Reconhecimento e Valorização do Delegado de Polícia”. Para o presidente da Adepolc, Ronaldo Cardoso Alves, o evento servirá para promover a integração entre diversas gerações de policiais, contribuindo para a troca de experiência entre profissionais das diversas regiões do país. “Temos gerações distintas de delegados, que estão na ativa ou aposentados, que devem se conhecer e trocar experiências”, afirma.

Ao final do evento, os delegados pretendem divulgar um documento com sugestões para a melhoria das condições de trabalho para a categoria, bem como apresentar propostas que possam orientar a adoção de medidas capazes de tornar a Polícia Judiciária mais eficiente. "Em Minas Gerais, por exemplo, a Polícia Civil avançou muito nos últimos anos, mas ainda precisamos de mais investimentos, sobretudo no profissional da investigação. As outras forças de segurança também enfrentam suas dificuldades e, no geral, o Brasil, em todas as esferas públicas. A sociedade precisa se dar conta de que a segurança pública deve ser pensada de forma global e encarada como prioridade permanente", afirma Ronaldo Cardoso Alves.