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Reforços nos sistemas prisional e socioeducativo integram novas ações de segurança pública de Minas

Segurança Pública contará com novas obras e aumento de pessoal no sistema prisional do Estado

Quinta-feira | 17/05/2012 | 11:45·Atualizado em 30/06/2013 | 18:48
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Primeira unidade prisional do país fruto de PPP, em Ribeirão das Neves, é um marco histórico na gestão do sistema prisional
Primeira unidade prisional do país fruto de PPP, em Ribeirão das Neves, é um marco histórico na gestão do sistema prisional / Crédito: SEDS / Divulgação

O Plano Integrado de Enfrentamento à Violência, lançado nesta quinta-feira (17) pelo Governo de Minas, também prevê ações voltadas para a ampliação de políticas públicas, novas obras e aumento de pessoal nos sistemas socioeducativo e prisional de Minas Gerais.

Neste ano, com a inauguração da primeira unidade prisional do país fruto de uma parceria público-privada, a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), mais uma vez, realiza um marco histórico na gestão do sistema prisional mineiro. Entre 2003 e 2011, foram criadas cerca de 22 mil vagas, que saltaram de 5.381 para quase 28 mil – um aumento de mais de 400%.

A Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) administra hoje 129 unidades prisionais e detém a guarda de 83% dos presos do Estado. Desde 2003, começaram as assunções de cadeias até então administradas pela Polícia Civil, que possibilitaram que os policiais civis fossem liberados para cumprir sua função de polícia judiciária.

Atualmente, Minas também é o Estado que, proporcionalmente à população carcerária, possui a maior quantidade de presos trabalhando no país: são mais de 12 mil, envolvidos em cerca de 300 parcerias.

Já no sistema socioeducativo, vale ressaltar que, desde 2003, o Governo de Minas tem realizado a construção de novas unidades no interior do Estado, garantindo a ampliação do número de vagas em espaços físicos adequados ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) e em municípios próximos às residências dos adolescentes.

Há nove anos, só existiam três centros no interior do Estado. Hoje, são 12, e o número de vagas saltou de 380 para 1.076.

Clique aqui e confira, em detalhes, as ações do Plano Integrado voltadas para o sistema prisional e socioeducativo (arquivo PDF).