Relatório internacional apresenta contribuição do BDMG para o desenvolvimento sustentável e a economia verde em Minas
Documento reforça que o banco tem adotado soluções inovadoras para municípios, pequenas empresas e o agronegócio

O fortalecimento das pequenas e médias empresas, a modernização do agronegócio, o apoio aos municípios e a promoção de projetos de inovação e de transição climática estão entre as principais conclusões identificadas no Relatório de Impacto no Desenvolvimento Sustentável elaborado pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) com apoio do J.P. Morgan, o maior banco dos Estados Unidos.
O relatório visa divulgar seu financiamento de projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, e aponta resultados como a expansão da liberação de crédito à micro e pequenas empresas que, em 2025, chegou a R$ 530 milhões, atendendo cerca de 5,3 mil empreendimentos deste perfil.
O documento reforça que “o modelo operacional do BDMG integra desempenho financeiro com resultados sociais e ambientais mensuráveis” e acrescenta que o banco “se posiciona como um catalisador-chave para o crescimento inclusivo, infraestrutura resiliente e a transição para uma economia de baixo carbono em Minas Gerais, mantendo uma governança forte, gestão de riscos sólida e força financeira”.
O documento ainda pondera que o banco tem soluções financeiras inovadoras, que incluem parcerias com cooperativas de crédito, instituições multilaterais e entidades públicas “para expandir seu alcance e atender segmentos desassistidos pelo sistema financeiro convencional”.
O material relaciona pontos que o banco mineiro pretende alcançar, como o fomento à economia verde, e as métricas e metas que irá utilizar para acompanhar esses pontos, como o fortalecimento às micro, pequenas e médias empresas, o desenvolvimento regional e o fomento ao Agronegócio de baixo carbono.
Finanças sustentáveis
O relatório reforça algumas diretrizes adotadas pelo BDMG, como a publicação de um novo Framework de Finanças Sustentáveis, realizada no fim do ano passado. O instrumento credenciou a instituição para futura emissão e captação de títulos e empréstimos verdes, sociais e sustentáveis.
O BDMG se tornou o primeiro banco público do país a considerar a Taxonomia Sustentável Brasileira, ou seja, passa a definir as atividades econômicas consideradas sustentáveis e cria categorias de resiliência climática para eleger os projetos financiáveis.
Os títulos sustentáveis, papéis de dívida utilizados para financiar iniciativas com potencial de legado para as esferas ambiental e social, têm sido cada vez mais valorizados por investidores e o mercado mundial. Ao emitir títulos, o BDMG capta recursos no mercado que serão aplicados no financiamento de iniciativas sustentáveis.