Logo Agência Minas
Logo da Agência Minas

Notícia

Saúde realiza segunda etapa de oficina para controle da hanseníase

A segunda etapa da Oficina de Supervisão em Hanseníase será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, no Hotel Liberty Palace (Rua Paraíba, 145, Savassi).

Quinta-feira | 28/07/2005 | 14:56·Atualizado em 30/06/2013 | 20:59
Compartilhar no Facebook
Compartilhar no LinkedIn
Compartilhar no X
Compartilhar no WhatsApp

BELO HORIZONTE (28/07/05) – A segunda etapa da Oficina de Supervisão em Hanseníase será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, no Hotel Liberty Palace (Rua Paraíba, 145, Savassi). Promovida pela Coordenação de Dermatologia Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde (SES), tem como participantes as referências técnicas em hanseníase das secretarias municipais das 16 cidades com os maiores índices de prevalência da doença em Minas.

O evento terá início às 8 horas. A oficina tem sua continuação na capital após a primeira etapa do evento, que ocorreu nos dias 18, 19 e 20 de maio, em Governador Valadares, contando com a participação dos municípios de Alfenas, Almenara, Belo Horizonte, Betim, Campestre, Governador Valadares, Ipatinga, Ituitaba, Mantena, Montes Claros, Paracatu, Pirapora, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia e Unaí.

Maria do Carmo, referência técnica em hanseníase da SES-MG, afirma que o objetivo desse evento é capacitar os profissionais para realizarem a supervisão nos locais onde a doença está presente. “A hanseníase tem cura e quanto mais rápido se diagnosticar, mais simples e de menor custo é o tratamento sem deixar seqüelas no paciente”, conclui.

Hanseníase

Doença causada por um micróbio chamado bacilo de Hansen, ataca normalmente a pele, os olhos e os nervos. Também era conhecida como lepra, morféia, mal-da-pele ou mal-do-sangue. A forma de transmissão é pelas vias aéreas: uma pessoa infectada libera bacilo no ar e cria a possibilidade de contágio, o contato tem que ser freqüente para se contrair a doença.

A hanseníase tem cura e o tratamento, chamado de poliquimioterapia, pode durar de 6 a 12 meses. Com o diagnóstico precoce, maior é a chance de cura.

Dados

Em Minas Gerais foram registrados 3.132 casos novos de hanseníase em 2004. Isto corresponde a 1,67 doentes para cada 10 mil habitantes. Os 16 municípios que participam da oficina respondem por 58% dos casos novos detectados no Estado.