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Secretários de Fazenda de MG e SP se reúnem com o governo federal

Governador Aécio Neves anunciou, nesta quarta-feira (30), que os secretários de Fazenda de Minas Gerais e São Paulo se reunirão com a equipe econômica do governo federal nos próximos dias para conhecer a nova proposta de reforma tributária a ser encaminhada ao Congresso.

Quarta-feira | 30/01/2008 | 17:24·Atualizado em 01/07/2013 | 10:58
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BELO HORIZONTE (30/01/08) - O governador Aécio Neves anunciou, nesta quarta-feira (30), que os secretários de Fazenda de Minas Gerais e São Paulo se reunirão com a equipe econômica do governo federal nos próximos dias para conhecer a nova proposta de reforma tributária a ser encaminhada ao Congresso Nacional. Segundo ele, a decisão ocorreu na reunião entre ele e o governador de São Paulo, José Serra, nesta terça-feira (29), em Belo Horizonte.

“Os nossos secretários estarão colhendo junto ao secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernardo Appi, e o próprio ministro Guido Mantega, informações sobre o texto que deverá ser enviado ao Congresso Nacional. De posse dessas informações, em relação ao que pensa o governo sobre IPVA, sobre a Lei Kandir, de que forma o governo pretende compensar, criar fundos que compensem as regiões de menor desenvolvimento econômico, é que nós buscaremos ter uma posição conjunta”, disse Aécio Neves, em entrevista, durante a solenidade de posse do Conselho Estadual Antidrogas.

Segundo o governador, após a reunião com a equipe econômica do governo federal, os secretários de Fazenda de Minas Gerais, Simão Cirineu, e de São Paulo, Mauro Ricardo Costa, farão uma análise conjunta das propostas. Para Aécio Neves, é preciso que os governadores tenham uma posição comum sobre a reforma tributária antes do envio ao Congresso Nacional.

“Acertamos que os secretários de Fazenda deverão se reunir nos próximos dias para, a partir de uma reunião entre os técnicos das duas secretarias, trazerem a nós aquilo que eles colheram do governo federal. A grande questão é que eu próprio já escutei, já ouvi dissertação de duas ou três propostas distantes de reforma tributária por parte do governo federal. E mesmo o anúncio do envio dessas reformas que não ocorreu até agora”, disse. E completou: “a nossa idéia é reunirmos, a partir do momento em que tivermos essas informações, ou mesmo após o envio da proposta, se essas informações não forem consistentes, reunimos os governadores do partido e, em seguida, nos reunimos com a bancada no Senado e na Câmara dos Deputados, para que o PSDB tenha uma posição coesa em relação à reforma tributária”.