Serviços e Comércio lideram abertura de empresas em Minas
A Jucemg divulgou os dados do crescimento de empresas constituídas em Minas de janeiro a setembro. Os serviços e o comércio varejista lideram com 13% e 8%, respectivamente, 5.968 e 3.672 empresas. Na indústria têxtil foram 1.517 empresas e na indústria alimentícia, 1.276.
BELO HORIZONTE (28/10/09) - O presidente da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), Ayres Mascarenhas, divulgou os dados do crescimento de empresas constituídas em Minas Gerais de janeiro a setembro de 2009. As áreas de serviços (alimentação) e de comércio varejista de mercadorias em geral, principalmente roupas, lideram o crescimento com 13% e 8%, respectivamente, 5.968 e 3.672 empresas. Na indústria têxtil foram 1.517 empresas e na indústria alimentícia, 1.276.
Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 14% no total de empresas constituídas no Estado: 45.908 em 2009 e 39.743 empresas em 2008.
Belo Horizonte lidera a abertura de empresas em Minas. Até setembro, foram 16.281 novas empresas. Em segundo lugar, Juiz de Fora com 3.095; Varginha, com 2.815, aparece em terceiro, enquanto em quarto está Uberlândia, com 2.467. A quinta colocação ficou com Montes Claros, com 2.383, Governador Valadares em sexto, com 2.172; Uberaba, com 1.600, em sétimo, Divinópolis em oitavo, com 1.560, Contagem em nono, com 1.020 e Poços de Caldas na décima colocação, com 1.009 empresas constituídas em 2009.
O Programa do Empreendedor Individual (EI), gerido pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, também contribuiu para o aumento de empresas em Minas. Em vigor desde julho deste ano, a lei do empreendedor individual dá direito aos trabalhadores autônomos e informais de registrarem seus negócios, gratuitamente, na Jucemg.
Essa categoria alcançou 4.787 empreendedores confirmados até outubro último. O total de empreendedores formalizados, que concluíram o processo pelos sistemas, mas ainda não encaminharam os documentos, é de 13.240 em todo o Estado de Minas Gerais.
O contingente de profissionais a serem beneficiados em Minas é estimado em 1,1 milhão de pessoas. Eles ficam isentos do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins, PIS e INSS patronal.