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Superintendente da Fhemig visita Hospital de Venda Nova

Superintendente da Fhemig visita Hospital de Venda Nova

Quinta-feira | 23/01/2003 | 00:00·Atualizado em 13/06/2013 | 03:00
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O novo superintendente da Rede Fhemig, o médico urologista Carlos Mosconi, começou pelo Hospital de Pronto Socorro de Venda Nova a série de visitas que fará às unidades da Fundação. Acompanhado de toda a sua equipe de diretores, Mosconi pode conferir a realidade daquela unidade a partir de conversa informal com a diretora Sandra Géa, de quem recebeu um relatório completo das atividades do hospital.

O Pronto Socorro de Venda Nova foi concebido para ser um hospital para atendimento de toda a espécie de trauma. Devido a atrasos nas obras, a unidade ainda não funciona em plena capacidade. Segundo relato da diretora Sandra Géa, hoje o hospital já é uma referência na região, prestando atendimento não só a moradores da região norte da capital, como também de municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, como Santa Luzia, Vespasiano, São José da Lapa, Contagem, Ribeirão das Neves, entre outras.

O superintendente da Rede Fhemig, Carlos Mosconi, conheceu toda a parte física do hospital e disse ter ficado muito impressionado com a grandiosidade da construção, dos equipamentos sofisticados e com o tamanho das futuras instalações de CTIs adultos e infantís. Ele lamentou que um hospital daquele porte (um dos maiores em urgência e emergência no Brasil), já equipado e localizado numa região de alta incidência de traumas não esteja ainda funcionando plenamente.

Mosconi informou que vai levar um relato do que encontrou para o secretário de Estado da Saúde, Marcus Pestana, e ao governador Aécio Neves, para que possa definir o que será feito pela unidade no mais breve espaço de tempo. “É possível que para funcionamento pleno seja necessário um entendimento com a prefeitura de Belo Horizonte, uma vez que a capital possui gestão plena do SUS, e também um entrosamento com o Ministério da Saúde, já que todos os atendimentos realizados neste hospital não são ainda remunerados pelo Sistema Único de Saúde. E isto não está correto”, concluiu.