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Unimontes de Almenara abre exposição sobre Emílio Moura

Quarta-feira | 24/09/2008 | 11:43·Atualizado em 28/06/2013 | 15:21
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ALMENARA (24/09/08) - A exposição itinerante sobre o poeta mineiro Emílio Moura pode ser visitada até o dia 10 de outubro, na biblioteca setorial, no campus da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) em Almenara, Vale do Jequitinhonha. Livros, pôsteres e painéis retratam a vida e obra do poeta modernista da literatura brasileira. O evento é uma parceria firmada com a Secretaria de Estado de Cultura, através da Superintendência de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais.

De acordo com a diretora da Biblioteca Universitária da Unimontes, Roseli Damaso, a exposição tem o propósito de ampliar o conhecimento da comunidade acadêmica e dos visitantes, proporcionando, também, a realização de trabalhos de pesquisa sobre a riqueza poética de Emílio Moura.

No campus de Almenara, a Unimontes oferece os cursos de letras/português e pedagogia, com o total de 128 acadêmicos matriculados.

Biografia

Emílio Moura nasceu em Dores do Indaiá (MG), em 14 de agosto de 1902, e faleceu em 28 de setembro de 1971. Formado em direito, o escritor também foi jornalista e professor de literatura brasileira. Foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da qual foi catedrático e seu primeiro diretor.

Em 1925, ao lado de Carlos Drummond de Andrade, Francisco Martins de Almeida e de Gregoriano Canedo, criou “A Revista”, considerada a publicação-manifesto do modernismo nas Minas Gerais. Em 1949, ganhou o prêmio de Poesia da Academia Mineira de Letras, e, em 1969, o prêmio do Pen Club do Brasil e o prêmio de Poesia do Instituto Nacional do Livro.

Entre outras obras, Emílio Moura lançou “Ingenuidade” (1931), “Canto da hora amarga” (1936); “Cancioneiro” (1945); “O espelho e a musa” (1949); “O instante e o eterno” (1953) e “Itinerário Poético” (1970).