Veja BH dedica edição exclusiva ao estádio Mineirão
Publicação traz uma série de reportagens sobre as obras, personalidades, novidades, infográficos e histórias do chamado “orgulho mineiro”

A revista Veja BH publicada esta semana (19/12) trouxe uma edição especial exclusiva sobre o Mineirão, chamado pela publicação de “o orgulho mineiro”. Todas as reportagens mostram diferentes aspectos do estádio que terá suas obras entregues à população mineira nesta sexta-feira (21).
A carta ao leitor - o editorial da revista - exalta a importância do estádio para o futebol e a cultura mineiras, que se transformaram após sua construção, entre o final da década de 1950 e o início da década de 1960.
Inaugurado em setembro de 1965, o Mineirão fez com que os clubes do estado passassem a ser reconhecidos nacionalmente e foi um dos primeiros estádios do país a ser frequentado por mulheres, assinala o texto.
A revista também ressalta a pontualidade da entrega das obras, que está dentro do prazo e do orçamento previstos, além de detalhes sobre as novidades do estádio: a esplanada, uma área livre de 80 mil metros, as novas cadeiras, a nova sinalização, a entrada mais organizada, a área VIP, os aspectos de sustentabilidade e outros destaques.
A parte de engenharia da obra também foi contemplada pela revista. Os números apurados impressionam: “Foram quase mil dias de trabalho, 9.000 toneladas de aço, 107.000 metros cúbicos de concreto, 176 amortecedores, 8.136 placas de sinalização e mais de 13.000 metros quadrados de cobertura. O canteiro de obras ocupou a área de 18 quarteirões”, afirma uma das reportagens.
Para quem se interessa pela história do futebol, a publicação traz, ainda, uma extensa relação de jogadores que fizeram carreira no estádio e de 22 partidas históricas que “fizeram a arquibancada do Mineirão tremer”, como a Seleção Mineira contra o River Plate, em 5 de setembro de 965, e o Cruzeiro e Atlético, de outubro do mesmo ano.
Na reportagem “Dez famosos e anônimos contam os jogos no Mineirão que marcaram a vida deles”, a Veja BH inclui também um depoimento do governador Antonio Anastasia, intitulado “A primeira bandeira”.
"Eu ia muito ao estádio com meu pai, que era diretor do Atlético, e meu grande sonho era ter uma bandeira. Quando eu tinha uns 7 anos, fui pela primeira vez carregando a minha, que era feita de cetim preto, com um grande galo desenhado. Fiquei orgulhoso de poder desfraldar aquela bandeira com o nosso pavilhão alvinegro, bastante satisfeito naquela época com as vitórias do meu querido Galo. Estive muitas e muitas vezes no Mineirão, em momentos felizes, em momentos tristes e em eventos que extrapolam o futebol. O Mineirão está no coração, na alma e na história de cada belo-horizontino e de cada mineiro", relatou o governador à revista.
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