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Choque de Gestão faz da Copasa uma empresa lucrativa e sustentável

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, Parcerias Público-Privadas (PPPs) vão agregar ainda mais qualidade à gestão do saneamento em Minas

Quarta-feira | 30/10/2013 | 17:16·Atualizado em 31/10/2013 | 13:06
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Reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico nesta quarta-feira (30) enfatiza a relevância do Choque de Gestão para ajustar o gerenciamento da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O texto destaca que, desde a implantação do modelo administração pública desenvolvido pelo Governo de Minas, em 2003, a Copasa passou a operar com lucro pela primeira vez em sua história.

“A Copasa nesse período, com o Choque de Gestão, deixou de ser um órgão público para se tornar uma empresa pública e começou a trabalhar no azul”, diz à reportagem o presidente da Copasa, Ricardo Simões. Em 2003, como primeiras medidas originárias do Choque de Gestão, a companhia adotou um planejamento estratégico, definiu metas e resultados.

Atualmente, o Choque de Gestão está em sua terceira geração, voltada para a cidadania, que tem como premissa o conceito de governança em rede. A ideia é integrar diversos atores sociais (públicos, privados, terceiro setor e sociedade civil) em projetos que visam reduzir custos e ampliar resultados.

Neste sentido, o Governo de Minas tem experimentado, nos últimos anos, parcerias público-privadas exitosas em diversos âmbitos. A Copasa não foge à regra e, ainda para 2013, prepara duas PPPs, conforme destaca o Valor Econômico.

Segundo a reportagem, uma se refere à ampliação em 50% da capacidade do sistema de abastecimento de água no rio Manso, principal responsável pelo fornecimento de água na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A PPP será responsável pela manutenção hidráulica, conservação de áreas verdes, limpeza e conservação predial, vigilância e segurança patrimonial do sistema, diz o texto.

“Com os contratos de PPPs, teremos um amadurecimento da gestão”, acredita Ricardo Simões. “A maneira como o parceiro opera o sistema acaba sendo incorporado pela empresa. Os números dessas empresas serão parâmetros de gestão e operação”, esclarece ao Valor Econômico o presidente da Copasa.

A outra PPP está sendo executada em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas. A intenção é chegar, em 2017, com tratamento de 93% do esgoto coletado no município, informa a publicação. “Vamos utilizar todas as alternativas para ampliar os serviços na nossa área de concessão: 625 municípios com água e 280 com esgoto em Minas Gerais”, diz Ricardo Simões à reportagem.

Clique aqui para baixar (em PDF) e ler a reportagem do Valor Econômico na íntegra.