Copasa aumenta em quase 30% volume de análises laboratoriais no Vale do Aço em 2025
Com mais de 41 mil inspeções realizadas, Laboratório Regional atinge recorde histórico e reforça rigor técnico na garantia da qualidade da água
O Laboratório Regional da Copasa no Vale do Aço (LRVA) encerrou o ano de 2025 com um salto significativo em sua produtividade. Com um crescimento de 29,3% em comparação ao ano anterior, a unidade superou a marca de 41 mil análises de água (bruta, tratada e residual), estabelecendo um novo recorde para a região.
Ao todo, foram realizadas 41.244 análises, um incremento de 9.345 inspeções em relação a 2024, quando o laboratório contabilizou 31.899 testes. O avanço é ainda mais expressivo se comparado aos anos de 2023 (28.459) e 2022 (27.753), consolidando uma trajetória de expansão contínua da capacidade operacional da Companhia.
Abrangência e rigor técnico
Sediado em Coronel Fabriciano, o LRVA é o coração do controle de qualidade para 139 localidades. A produção de 2025 foi distribuída entre a Gerência Regional Ipatinga (24.947 análises) e Gerência Regional Caratinga (16.297 análises).
O trabalho abrange desde o cumprimento de legislações vigentes e pesquisas operacionais até o controle rigoroso de poços profundos. "A cada ciclo, a demanda cresce e nossa equipe segue firme na missão de entregar saúde e qualidade de vida por meio de uma água de excelência", destaca a engenheira química e coordenadora do LRVA, Jeanny Keller Bragança Fernandes.
Infraestrutura e tecnologia
O recorde alcançado no Vale do Aço não é isolado. Ele faz parte de uma estratégia estadual da Copasa, que investiu mais de R$ 55 milhões entre 2021 e 2025 na modernização de seus laboratórios.
O LRVA possui, desde 2021, a acreditação da norma ISO/IEC 17025 pelo Inmetro, um selo de excelência que garante a precisão internacional dos resultados biológicos e químicos emitidos.
Além do suporte do Laboratório Central em Belo Horizonte para casos de alta complexidade, a Copasa mantém uma rede que realiza cerca de 20 milhões de testes por ano em Minas Gerais, assegurando que a água que chega às torneiras atenda aos mais rigorosos padrões de potabilidade.